Arquivo de julho, 2014

Velhos Recém Nascidos

 

Com certeza o diálogo de Jesus com o mestre da Lei Nicodemos que se encontra em João 3:1-21 é uma das passagens mais épicas da Bíblia se assim podemos dizer, pois seu conteúdo é de imensa importância para os cristãos professos que realmente querem viver para a Glória de Deus e é nesse texto que nós encontramos o versículo de ouro da Bíblia: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” (Jo 3:16). Outro ponto importante é o nítido interesse desse Fariseu em tentar saber mais sobre o reino de Deus indo na calada da noite ter uma conversa face a face com Jesus, sendo que os Fariseus eram os “inimigos” número um da pregação de Cristo. E é olhando para esse texto que gostaria de atentar apenas para dois versículos, onde em um encontramos uma afirmação de Jesus e no outro uma indagação de Nicodemos:

 “Jesus respondeu, e disse-lhe: Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus.

Disse-lhe Nicodemos: Como pode um homem nascer, sendo velho? Pode, porventura, tornar a entrar no ventre de sua mãe, e nascer?” (João 3:3-4)

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Ortodoxia Humilde #3 (Trecho)

Publicado: julho 18, 2014 em Trechos de Livros

“A verdade pode ser conhecida. E o que a Bíblia ensina deve ser obedecido. Não é porque não podemos conhecer a Deus completamente que não podemos conhecê-lo verdadeiramente. Não é porque há mistério na palavra de Deus que temos de fingir que Deus não falou claramente na Bíblia.”

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Referência Bibliográfica:

Harris, Joshua. Ortodoxia humilde: defendendo as verdades bíblicas sem ferir as pessoas. São Paulo: Vida Nova, 2013. p 40.

“Em primeiro lugar, há a ortodoxia arrogante. Podemos estar certos em nossa doutrina e ao mesmo tempo ser rudes e antipáticos, presunçosos e desrespeitosos em nossas palavras e atitudes.

Se alguém pensa que a ortodoxia arrogante não existe, essa pessoa nunca leu certos comentários de alguns blogs cristãos. Um dos erros frequentemente cometidos por nós cristãos é que aprendemos a repreender como Jesus, mas não a amar como Jesus. Às vezes se tem a impressão de que quase todos os que se importam com a doutrina são rudes e severos. Infelizmente, a ortodoxia arrogante é a caricatura que muitas pessoas de nossa cultura têm de qualquer cristão com convicções bíblicas definidas e defendidas com firmeza.

Outras opção popular é a heterodoxia humilde. A heterodoxia é um desvio da ortodoxia. Por isso, o heterodoxo humilde é aquele que abandona algumas das crenças cristãs históricas, mas é uma pessoa muito legal, alguém com quem você gostaria de tomar um café.

Essa é a pessoa que não ousa ofender descrentes ou a cultura em geral e, em nome da inclusão, da gentileza e de uma mentalidade aberta, aprece aceitar praticamente qualquer ensino. Essa abordagem evita conflitos. Superficialmente parece ser bem cheia de graça e até compassiva. Todavia, será que é fiel? Uma música escrita por Steve Taylor diz o seguinte: “You are so open-minded that your brain leaked out” [Você tem a mente tão aberta que o seu cérebro vazou]. Bem, alguns de nós desejam tanto parecer humildes, que toda nossa fidelidade bíblica acaba vazando.

Assim, quando penso na ortodoxia arrogante, tenho de perguntar: será que a boa doutrina nos leva necessariamente a ser contestadores e arrogantes?

E, quando penso na heterodoxia humilde, minha pergunta é: humildade, bondade e envolvimento com a cultura que nos cerca precisam diluir nossas convicções?

Creio que a resposta para ambas as perguntas é: não. Podemos – e devemos – adotar uma ortodoxia humilde.

Ortodoxia Humilde: Devemos nos importar profundamente com a verdade e também devemos defender e compartilhar essa verdade de forma compassiva e humilde.”

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Referência Bibliográfica:

HARRIS, Joshua. Ortodoxia humilde: defendendo as verdades bíblicas sem ferir as pessoas. São Paulo: Vida Nova, 2013. p 21 – 24.

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 “A Bíblia que está caindo aos pedaços geralmente pertence a alguém que não está.”

 Charles H. Spurgeon

 

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Não sei se é impressão minha mas, até alguns dias antes do inicio da copa notei que quase não se falava da seleção e o que predominava era um ar de dúvida sobre os gastos exacerbados pra a realização do evento. Quando a copa começou simplesmente esse ar de dúvida e indignação sumiu e um olhar de fascínio nasceu no povo brasileiro e de repente um cântico predominou nos lábios desse povo: “eu sou brasileiro com muito orgulho com muito amor”, agora após o Brasil perder de 7 da Alemanha o orgulho e o amor acabou, a grande maioria não quer mais saber de copa e a indiferença voltou a reinar e o patriotismo que estava em alta diante da possibilidade de alcançar o “hexa” se dissipou de um dia pro outro.
Se o “pais do futebol” age dessa maneira com respeito ao futebol imagina nas questões politicas e sociais do pais?
Talvez o patriotismo aconteça de 4 em 4 anos mesmo, quando por obrigação o povo brasileiro em um domingo tiver que cumprir o “direito” ou “dever” de votar nos seus governantes, e após cumprir isso a indiferença e a passividade com a corrupção continue dominando essa nação.

 

 

Segue abaixo, um pequeno trecho do livro que comecei a ler nessa semana:

“A palavra ortodoxia se refere ao pensamento correto sobre Deus. Diz respeito à crença e o ensino baseados nas verdades da fé, verdades consolidadas, comprovados e tidas em alta conta. São aquelas verdades que não mudam. Elas são um prumo que nos mostra como pensar com retidão em um mundo tortuoso. São ensinados claramente na Escritura e afirmadas nos credos históricos da fé cristã:

– Há um só Deus que criou todas as coisas.

– Deus é triúno: Pai, Filho e Espírito Santo.

– Jesus é o eterno filho de Deus nascido de uma virgem.

– Jesus morreu como substituto, pelos pecadores para que fossem perdoados.

– Jesus ressuscitou dos mortos.

– Jesus retornará um dia para julgar o mundo.”

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Referência Bibliográfica:

HARRIS, Joshua. Ortodoxia humilde: defendendo as verdades bíblicas sem ferir as pessoas. São Paulo: Vida Nova, 2013. p 18.