Arquivo de março, 2015

Uma Brisa Suave

Publicado: março 31, 2015 em Poesia

Uma Brisa Suave

As vezes o que precisa ser ouvido é apenas o som do silêncio.

Deixar o vento junto com o tempo soprar e levar embora alguns ruídos que incomodaram em algum momento.

O sopro suave de uma brisa é sempre renovador,
Ainda mais quando o ar novo entra pelas narinas e enche nossos pulmões
no mesmo instante em que os olhos se fecham para que nasça nos lábios um sorriso leve e discreto.

Renovar o ar
Reinventar a vida
Reforçar a energia
Reverter as tristezas
Relembrar as alegrias
Resistir nas fraquezas (mais…)

“Na presença de Deus e de Cristo Jesus, que há de julgar os vivos e os mortos por sua manifestação e por seu Reino, eu o exorto solenemente: Pregue a palavra, esteja preparado a tempo e fora de tempo, repreenda, corrija, exorte com toda a paciência e doutrina. Pois virá o tempo em que não suportarão a sã doutrina; pelo contrário, sentindo coceira nos ouvidos, segundo os seus próprios desejos juntarão mestres para si mesmos. Eles se recusarão a dar ouvidos à verdade, voltando-se para os mitos. Você, porém, seja sóbrio em tudo, suporte os sofrimentos, faça a obra de um evangelista, cumpra plenamente o seu ministério.” (2 Timóteo 4:1-5)

Achei legal compartilhar essa canção, pois vai de encontro com a triste realidade de nossos dias.
Que juntos possamos orar e agir para que o evangelho em seu estado natural e puro possa ser pregado…

A Ovelha Muda Decidiu Falar – Estratagema de Deus

(mais…)

Ao ouvir essa canção precisei compartilhar algumas palavras…

Lágrimas – Oficina G3

Lembra da inocência, que aflorava, a alma pura
Indo livre como se deve, sem dever e nem correr

Mas um dia a vida açoitou
Bateu forte e suas marcas deixou
Sem piedade ou dó, o coração se fechou

O mestre apareceu, o vaso quebrou
Coração marcado, doído e ferido
Com graça o mestre moldou, a alma devolveu
A quem não era mais um menino

Então lágrimas se confundem ao riso

Passa tempo
É o espelho que denuncia a efêmera vida
Pesa o fardo, se foi a inocência
Curvou-se sem suportar

Com o rosto e a alma no chão, uma prece suplicou
Ouve o som dos passos, um toque, o alento chegou

O mestre apareceu, o vaso quebrou
Coração marcado, doído e ferido
Com graça o mestre moldou, a alma devolveu
A quem não era mais um menino

Então lágrimas se confundem ao riso

Mas um dia a luz, invadirá minhas sombras
Transitória vida dou adeus, bem-vinda eternidade
Mas um dia a luz, invadirá minhas sombras
Transitória vida dou adeus, bem-vinda eternidade

Chegara o dia em que não mais nos afligiremos com a injustiça,

chegara o dia em que não mais sofreremos pela fragilidade de nosso corpo: fome, sede, dores e doenças não poderão mais nos deteriorar,

chegara o dia que nada poderá assombrar nossa mente: perdas, distancias, lembranças, anseios, inseguranças, decepções, traições, abandonos e medos serão desconhecidos,

chegara o dia que o dinheiro nada valerá e nem sera mencionado e muito menos desejado,

chegara o dia em que a mão esmagadora dos sistemas políticos, não mais pesara sobre o povo oprimido,

chegara o dia em que não precisaremos mais lutar contra nós mesmos, contra nossos pecados, contra os maus desejos de nossos corações…

chegara o dia em que a vida atingira o seu pleno sentido… Hoje ela é embaçada e as vezes até obscura,

hoje a vida é fumaça que pode se dissipar ao menor sopro,

Efêmera, transitória, passageira vida um dia você dará seu lugar a uma nova vida, a vida eterna…

e enquanto ela não toma seu lugar,

que Deus nos conceda força e graça pra permanecermos lutando

até que possamos cantar: “Transitória vida dou adeus, bem-vinda eternidade”…