Arquivo de março, 2014

Crianças e o Reino de Deus (parte 2)

 

Meus queridos, continuando a reflexão que começamos na semana passada na qual falamos de pureza, inocência, confiança e receptividade, quero agora falar para vocês de mais uma característica importante, vamos lá?

 A capacidade de nos ADMIRAMOS com as coisas:

Vamos imaginar um família composta por três pessoas, e em um belo dia na hora do café da manhã a mãe sai da mesa por alguns minutos pra buscar um pote de achocolatado para misturar no leite, e deixa à mesa o marido e o filho de quase três aninhos, de repente quando ela volta, ela encontra o marido flutuando perto do teto, sem mais nem menos, em quanto seu filhinho olhando pra aquilo abre um largo e lindo sorriso admirado, maravilhado ou até mesmo achando aquilo engraçado, já a mãe vendo a cena se assusta e cai desmaiada no chão. Através dessa historinha* “doida” que começaremos entender melhor o que é a capacidade de ADMIRAR-SE, então lhe faço a seguinte pergunta; ficou nítido o contaste das reações da mãe adulta e da criança de três aninhos?

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“Sem desejar produzir um recurso à nostalgia tola, é saudável lembrar: bons tempos aqueles nos quais se podia acreditar no que Aristóteles, já no século 4 a.C., afirmava na Ética a Nicômaco: “a amizade é uma alma com dois corpos”. Parece que o ideal aristotélico vem sendo superado por uma perspectiva muito bem expressa pelo, eventualmente satírico, filósofo francês Montesquieu: “A amizade é um contrato segundo o qual nos comprometemos a prestar pequenos favores para que no-los retribuam com grandes”.
É claro que continuam persistindo as amizades duradouras, aquelas que, passados meses ou anos, tem-se a sensação de que a distância temporal não valeu, a intimidade permanece viva e o apoio irrestrito prossegue incólume; afinal, como refletia Jean Cocteau, sensível poeta e diretor de grandes clássicos do cinema francês, “a felicidade de um amigo deleita-nos, enriquece-nos, não nos tira nada. Caso a amizade sofra com isso, é porque não existe”.”

Citação - Não Nascemos Prontos - Mario Sergio Cortella

 

Referência Bibliográfica:

CORTELLA, Mario Sergio. Não Nascemos Prontos! Provocações Filosóficas. 12 ed. Petrópolis, Rio de Janeiro: Vozes, 2011. p 80-81.

Criança, Kid

 

“Deixem vir a mim as crianças não as impeçam; pois o Reino de Deus pertence aos que são semelhantes a elas.” Palavras de Jesus em Mc 10:14.

Pois bem, analisando essa passagem quero ressaltar algumas dessas possíveis “semelhanças” ou características que uma pessoa precisa ter para fazer parte do reino de Deus.

Comumente quando a maioria das pessoas vão falar dessa passagem elas acabam abordando apenas a questão da santidade assemelhando a INOCÊNCIA e a PUREZA de uma criança com a necessidade que um cristão tem de ser santo, e esta interpretação é correta pois, encontramos na bíblia algumas passagem que como a de Hebreus 12:14 dizem: “Segui a paz com todos, e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor” ou também como em Efésios 1:4 que diz: “Como também nos elegeu nele antes da fundação do mundo, para que fôssemos santos e irrepreensíveis diante dele em amor.” Mas hoje quero ir um pouco mais a fundo com vocês e mostrar outras características. (mais…)

puzzle

Por estes dias estive pensando um pouco acerca da vida humana sobre nossa capacidade de pensar, inventar, projetar, inovar, organizar, enfim a capacidade de construir, sim, construir tanto objetos que facilitam o nosso dia a dia como o de construir os pensamentos que conduzem a sociedade e também os pensamentos individuais que servem como diretrizes pra cada indivíduo em seu tempo de existência nesse mundo, embora todos os homens tenham a mesma “cara” o mesmo “design” o homem age de forma totalmente diferente dos outros seres vivos que por sua vez estão limitados a fazerem as mesmas atividades de forma repetida por toda a sua vida e gerações, por exemplo uma abelha sempre será uma abelha podem passar séculos e mais séculos ela produzira o mel da mesma maneira, pois isto está intrínseco em seu DNA, o leão sempre será um leão, o urso sempre será um urso, um pássaro sempre será um  pássaro…

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