Pensando Alto #2

Publicado: abril 15, 2013 em Pensando Alto
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Como é bom lembrar de tempos passados e poder sentir alegria, que mesmo em meio a  tantas “aventuras” perigosas você continuou de pé e com elas aprendeu a absorver o que é bom e a rejeitar aquilo que é mau. É engraçado porque hoje coisas que faziam sentir medo, tristeza ou ate mesmo aversão a mim mesmo, me veem a memória como flashes de momentos bons, é quase paradoxal! Mais é verdade e devido à intensidade de tantos momentos vividos mesmo em pouco tempo de vida com muitas perdas e ganhos, pude aprender a escolher e a me responsabilizar por essas escolhas, pude conhecer o preço das coisas e o mais importante o valor que elas têm, aprendi e tenho aprendido, pois a vida ainda não chegou ao fim e muitas outras “aventuras” ainda virão. Lembro-me de alguns anos atrás, em outra fase onde me ensinaram coisas que tinham aparência de sabedoria, tinham uma aparência de ser algo honroso, mas que na verdade não passavam de regras e métodos cheios de vazio ditados por pessoas vazias e hoje compreendo que isso não passa de vaidade, que é correr atrás do vento! Se sentir o melhor dos melhores ou o pior dos piores só vai fazer de você uma pessoa que esta andando na beira de um abismo com os olhos vendados prestes a tropeçar e cair para a morte a qualquer momento. Todo dia ira nascer uma oportunidade nova de fazer tudo diferente, de melhorar, de se aperfeiçoar e de ser feliz como se é e não como os outros dizem que é. A existência humana é tão complexa, mais ao mesmo tempo tão simples, e isso tudo hoje é mais claro pra mim devido a um amigo que tenho que me confrontou e me confronta até agora, que quanto mais eu me aproximo dele eu aprendo, e às vezes quando me afasto e me quebro ele vem e me ajuda e não me condena não me acusa e nem diz: “eu avisei” com aquele tom de “bem feito”, pelo contrario ele me ensina uma nova lição porque ele compreende a minha loucura quando acredito ser sábio, e esse amigo é Jesus Cristo.

29/12/12

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comentários
  1. “É engraçado porque hoje coisas que faziam sentir medo, tristeza ou ate mesmo aversão a mim mesmo, me veem a memória como flashes de momentos bons…” O senhor transforma, faz das nossas “tragédias” lembranças do seu cuidado.

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